Os adultos passam a maior parte do tempo julgando e calculando tudo. Temos ideias sobre como as pessoas deveriam se comportar, acumulamos regras e regulamentos, e passamos muito do nosso tempo lutando para tentar funcionar socialmente. Estamos sempre nos comparando e categorizando – a nós e a todos ao redor – tentando nos encaixar no “ideal”.

Essencialmente pensamos que tem alguma coisa errada com nossa experiência humana. Julgamos nossos pensamentos, sentimentos e emoções. Julgamos nossos parceiros e amigos, nossos pais, nossos filhos, nossos líderes políticos, nossa situação financeira, condições ambientais, certos grupos étnicos, nossas preferências sexuais e outras. Há tantos aspectos da nossa experiência humana que aprendemos a julgar, que seria mais rápido fazer uma lista das coisas que não julgamos.

Ah! E não podemos esquecer dos julgamentos que temos com os nossos corpos. A sociedade moderna está cada vez mais obcecada com a juventude e a beleza física. À medida que lutamos com a balança, rugas e cabelos grisalhos, estamos lutando com a ilusão do tempo.

Não há nada de errado na percepção do amor-consciência. O momento presente vibra em unidade; Quando estamos ancorados no aqui e agora, a dualidade não existe. Quando experimentamos o amor-consciência percebemos que tudo é perfeito exatamente como é. E podemos tentar mudar as coisas, mas elas não mudam. O exterior é apenas um espelho da nossa própria insatisfação.

No momento em que fazemos uma mudança interior e começamos a nos amar, optamos por abraçar a beleza do que está acontecendo agora, ao invés de nos concentrar nas coisas que percebemos como errado. Desse jeito, o amor continuará a crescer em vez do medo. O nosso poder de fazer mudanças positivas vai ficando cada vez mais forte na vida. Quanto mais aprofundamos na experiência do amor-consciência, tudo torna-se cada vez mais enriquecedor e satisfatório.

Até não optarmos pelo amor-consciência, seremos totalmente inconscientes da vida, incapazes de ver além dos limites de nossas minúsculas caixas intelectuais, acreditando que somos assim.
A plenitude, a paz, a alegria e o amor não vêm de fora. A única coisa capaz de preencher o coração humano é o amor-consciência. E quando estamos ancorados nessa experiência, automaticamente encontramos satisfação. Descobrimos uma paz interior e alegria que não vão embora, e estão sempre presentes, sempre nos chamando de volta para casa.

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Articulo original tomado de Somos Todos UM

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O que acontece quando paramos de julgar
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